Links da semana!



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Meu marido tem uma ‘pasta com curiosidades’ em seu computador e eu roubei essa interessante imagem 🙂

Sei que tecnicamente a semana ainda não acabou, mas trago para vocês alguns links de coisas que li por aí nos últimos dias. Espero que gostem.

– Esse cara ganhou dinheiro com a criação de uma franquia de lojas que vendem doce de leite e goiabada. Admirei o tino para os negócios e confesso que comeria meu estoque, rs

– Ferramenta muito útil para professores: Plagiarista. Você faz o upload do trabalho do seu aluno (aceita os seguintes formatos: PDF, DOC, DOCX, RTF, ODT, TXT, HTML). E então verifica se o ‘espertinho’ fez plágio de alguma página da internet.  Lamentável, mas muitos alunos ainda fazem isso. A única forma de ele entender que está errado, é dando nota baixa. Não consigo pensar em outra maneira.

– Recentemente, comentei aqui sobre os produtos mais úteis do DX (na minha modesta opinião, claro). Bom, além de fuçar no DX, eu gosto de procurar jogos de tabuleiro para comprar. O Emerson recomendo dois posts (parte 1 e parte 2), explicando como realizar compras de jogos pela internet, como ocorre a taxação, como funciona o envio, etc. São dicas focadas em jogos de tabuleiro, mas podem facilmente ser extrapoladas para outros tipos de compras pela Internet. Recomendo muito :).

– Essa notícia foi compartilhada pelo Prof. Alexandre no Facebook e é realmente péssima: alunos evangélicos se recusam a fazer trabalho sobre cultura afro-brasileira. Idade Média a gente vê por aqui. O fanatismo religioso é responsável por um ciclo de ignorância e desrespeito com a cultura alheia. Esses alunos foram orientados por pastores e pelos seus próprios pais. Lamentável. Quando eu tinha uns 13 anos, lembro que tive uma aula sobre Teoria da Evolução em que dois alunos se levantaram contra o professor. Um desses alunos, de uma seita mais radical, acabou faltando nas aulas seguintes (Carrietta White, bom dia).  Eu sou da opinião que o professor e a escola precisam mostrar autoridade nesse ponto: é uma escola pública, laica , onde ensinamos ciência e tolerância. Claro que não falo em impor qualquer coisa pela violência, longe disso. A escola precisa ser um ambiente saudável para fomentar discussões positivas e para ajudar o aluno a pensar, longe das amarras impostas pelo fanatismo religioso.

Fim do assédio sexual em espaços públicos! É um ponto que a blogosfera feminista sempre aborda e eu concordo totalmente! Infelizmente, algumas pessoas com uma enorme preguiça de pensar acham que as feministas querem acabar com a paquera, com as cantadas. Se você acha que chamar uma mulher de gostosa, segurar seu braço e passar a mão em partes do seu corpo sem ser convidado a isso é considerado uma paquera saudável, volte para as cavernas (de onde nunca deveria ter saído). Mandar beijos, falar psiu, gritar baboseiras de dentro do carro, buzinar ou qualquer outra atitude assim também é extremamente idiota.

Por que pagamos tão caro nos produtos eletrônicos?: Esse texto foi enviado pelo meu amigo Fabio Leke (que está nos EUA fazendo um estágio para o seu doutorado :)). Eu fico extremamente feliz quando as pessoas dizem que leram meu texto. Fico feliz em dobro quando são amigos ou colegas :). O Leke leu esse post e lembrou do texto que ele tinha lido no TecMundo. Adorei o texto porque ele vai além do óbvio de que pagamos muitos impostos. Ele explora outros motivos que explicam o preço absurdo dos produtos eletrônicos, como problemas de infraestrutura (transportar produtos por rodovias é bem mais caro do que transportá-los por ferrovias)  e falta de investimento em tecnologia. O autor do texto também explora uma razão cultural, que relaciona status com o preço do produto. Em um importante trecho que o Leke destacou:

 “Mais do que ser fruto da ganância de empresários, isso reflete uma cultura na qual o poder de consumo de uma pessoa ainda diz muito sobre como ela é vista pela sociedade. Em geral, é mais importante ter o “produto da moda” (por mais caro que ele custe) do que ter em mãos algo funcional, mas que não chame a atenção dos outros.”

Além de cobrarmos dos governos uma revisão dos valores dos impostos, também devemos mudar nossos hábitos de consumo!