Escrevendo por aí…



Fonte: Free Digital Photos
Fonte: Free Digital Photos

Abaixo, os posts mais recentes que escrevi em blogs amigos.

– Corra! Esse é o último fim de semana da exposição dos Maias, na Oca (Museu da Cidade), no Parque do Ibirapuera. Contei  no Atitude Terra.

– Crianças mal educadas em espaços públicos. Meu choque de realidade é narrado no Uma Mãe das Arábias.

– Por que exigem que as mulheres sejam ‘belas’? E por belas, uso realmente o sentido mais superficial e eurocêntrico da palavra. Exigem que sejamos jovens (mesmo quando já não somos mais), que sejamos magras e tenhamos o cabelo da Gisele Bündchen? Falei um pouco sobre essas coisas no Discuro Retórico.

– Falei no Todash Space sobre a guerrinha  estúpida Pagode x Rock dos anos 90.

Também apresento esse texto da Folha, com o qual colaborei. Motivada pela paixão, pedi para ser creditada como Samantha Martins Almeida (normalmente uso apenas Samantha Martins) e me creditaram como Samantha Almeida. Nada contra o nome do meu marido, mas a partir de agora continuarei sendo Samantha Martins, profissionalmente (como sempre fui), porque as pessoas simplesmente não conseguem escrever Samantha Martins Almeida!

Para muitos tudo isso pode parecer muita bobagem, mas é meu nome profissional, é como sou conhecida. E quero que continue dessa forma ;).

Ainda sobre o texto da Folha: acho tão  estranho quando os jornalistas querem apresentar dados e os analisam quando não tem fundamento para isso. Enfim, no geral a matéria até que ficou boa. Ouviram vários profissionais e não estragaram tanto o que eu disse. Diferente da Veja, que distorceu completamente o que disse (contei aqui). Na verdade o sucesso de uma reportagem em termos de acurácia e bom texto não depende apenas da empresa. Depende do profissional. No caso de reportagens científicas, se o jornalista se identifica com o tema e quer fazer algo sério, ele vai procurar entender o tema para transmitir a população. Se é um jornalista que adoraria estar na coluna de fofocas mas está na de Ciência… daí amigos, a reportagem sai aquela coisa horrorosa.