TAG: Livros & blá blá blá



Fui taggeada pela Sybylla!

E eu adoro ser intimada a responder tags, principalmente tags que tenham a ver com as coisas que mais gosto. E tag literária sempre é bem vinda, porque está dentro dessa categoria.

Fonte: Free Digital Photos
Fonte: Free Digital Photos

Como sempre digo por aqui: as tags são excelentes maneiras de se conhecer o blogueiro. E também ajudam o blogueiro a conhecer novos blogs. Por isso se você quiser responder esta tag, fique a vontade =). Avise-me pelos comentários, para que eu possa ler suas respostas também.

10. Se você tivesse o poder, qual personagem de qual livro mudaria, ressucitaria ou faria desaparecer?

Dia desses a @venturieta fez uma comparação muito engraçada entre Emma Bovary e Luisa (Primo Basílio). Olha, eu mudaria Luisa. Mudaria totalmente! Faria dela uma mulher fatal, mudada pela experiência do adultério e que não sucumbiria às chantagens de sua governanta. Ela poderia inclusive matar a governanta com as próprias mãos e colocar seu corpo magro em uma mala velha. Essa mala seria descoberta apenas muitos anos depois.

Eu mataria com requintes de crueldade o pai estupador de Claireece Precious (ou Preciosa, como ficou conhecida mundialmente pelo premiado filme homônimo) do livro Push, da escritora Sapphire. Qualquer história que narre alguém que cometa violência sexual, cara, sinto vontade de matar bem morto. Deus me perdoe.

E eu ressucitaria Jake Chambers, da série A Torre Negra. Porque ele é um garoto fantástico.

9. Se você tivesse que dividir sua alma em 7 livros, quais seriam?

Acho que essa é a pergunta mais difícil da TAG. Vamos lá:

O vento pelo buraco da fechadura, que faz parte da saga A Torre Negra. A história do menino Tim é muito linda.

– O homem do castelo alto, de Philip K. Dick

As crônicas marcianas, de Ray Bradbury

As belas coisas, que é do céu contê-las, de Dinaw Mengestu

Novembro de 1963, Stephen King

Push, Sapphire

Cabul no Inverno, Ann Jones

8. Você já participou o participa de algum grupo de leitura?

Meu sonho! Queria participar de um grupo presencial, com reuniões mensais. Seria maravilhoso! Eu adoro esses Clubes do Livro que são muito retratados em séries e filmes ingleses. Poderia ter algo assim por aqui. Já pensei em montar um (a Fabi, uma querida colega de SJC montou certa vez), mas temo que não vai ir para frente. As pessoas vão alegar falta de tempo, etc. Saudade de um tempo em que as pessoas tinham mais tempo.

7. Você já sofreu algum ‘bullying literário’ por causa de alguma obra que você gosta?

Olha, não exatamente bullying por causa de uma obra (ou gênero) específica. Já sofri bullying por gostar de ler, acreditam? Mas é a realidade de um mundo que quer que as pessoas sejam cada vez mais idiotas. Lembro que eu tinha 13 anos e alguns alunos de minha escola me chamavam de “enciclopedia”. Naquela época, a garotada da minha sala estava mais preocupada em ostentar e aparecer do que ler. Infelizmente. Nem posso culpá-los. Alguns professores da escola nos incentivavam, mas do que adianta o professor incentivar se o aluno não vê exemplos positivos dentro de seu lar?

6. De qual festa ou comemoração que aconteceu nos livros que gostaria de ter participado?

No livro Amor em Jogo, de Anaté Merger, há uma cena de um baile de máscaras, muito bem descrita, com homens e mulheres lindos vestindo alta-costura. Não custa sonhar, né? rs

E do funeral de Brás Cubas, porque acho que eu teria dado risada (supondo que eu soubesse que ele estava vendo tudo lá do além rsrs).

5. Você considera algum livro de sua coleção como um troféu? (foi difícil de conseguir ou foi uma conquista, um presente de alguém muito querido, etc).

Não penso muito em livros dessa forma, mas há sim um que desperta em mim uma memória afetiva muito importante. Eu tenho uma Bíblia Sagrada que ganhei de minha avó aos 6 anos de idade. Já li a Bíblia inteira, participei de Escolas Dominicais, então esse livro me acompanha por bastante tempo.

4. Qual livro você leu e gostaria de ler novamente?

Muitos! Que lembro agora, sei que quero ler novamente dois livros de Joan Didion: Blue Nights e The Year of Magical Thinking.

3. Qual o seu maior medo no universo literário?

Meu maior medo é de que livros sejam censurados ou proibidos, dependendo de seu conteúdo. Sou a favor de que haja espaço para todos os temas e para todas as abordagens possíveis, porque a leitura nos torna seres mais críticos e criativos (ou seja, pessoas cri-cri rsrs :-P).

2. Você gostaria que seus diários (ou memórias – para quem nunca escreveu um diário) fossem transcritos em um livro e publicados?

Meus diários não! Faz tempo que não escrevo diários, mas eu só escrevo besteira! Acho que escrevo motivada por insegurança ou bobeira momentânea, então não sai nada que presta. Se fossem ler meus diários, julgariam que sou uma pessoa superficial e bocó rs. Porque diário a gente escreve com paixão, no calor do momento, sem refletir antes. E o cérebro humano não funciona muito bem com julgamentos rápidos.

Mas minhas memórias, essas sim! Podem publicar, mas esperem alguns anos após minha morte rs.

1. Você já leu algum livro que mudou sua maneira de ver o mundo?

Acho que um em específico, não. Eu acabo fazendo uma miscelânea na minha cabeça. Eu diria que a Bíblia Sagrada me influenciou muito. Mas eu também modifico minha forma de ver o mundo constantemente quando leio outros livros e textos. Também vale mencionar os dois livros da Joan Didion que mencionei anteriormente. Eles fizeram com que eu repensasse sobre a solidão e o luto.