| | | |

Hoje dei uma aula!

Desculpe “assustar” vocês, caros leitores, com uma enorme selfie. No entanto, acho importante que minha cara apareça aqui de vez em quando para vocês conhecerem quem escreve. Ao fundo dessa imagem, há um prédio depois da rodovia. Esse prédio é o Campus Araras da Universidade Federal de Uberlândia, onde estou realizando meu segundo mestrado. Eu teria muito para falar do porquê estou fazendo um segundo mestrado, faz todo sentido para mim e eu posso convencer vocês disso, porém prefiro elaborar as coisas com mais calma enquanto estou vivendo essa experiência.

Aproveito minha carinha de cachorro abandonado para pedir uma ajuda: doe para o blog. Eu preciso de qualquer quantia para ajudar a pagar a hospedagem. O pix é samanthansm@gmail.com. Por favor, se você puder, colabore. Eu fico muito grata.

Bom, vamos ao tema desse post. Como uma das exigências do programa e porque estou recebendo uma bolsa de uma determinada modalidade, preciso fazer atividades de docência. Quem está fazendo ou já fez mestrado sabe do que estou falando, porque provavelmente também teve que fazer isso ou conhece algum colega que precisou.

O programa me deu uma certa liberdade, de modo que estou ajudando meu orientador com atividades de Iniciação Científica Júnior, como contei pra vocês aqui. Porém, também fui ajudar outro professor que ministra a disciplina de Introdução à Programação para Geociências. Hoje eu dei uma aula dessa disciplina, conforme eu havia combinado com esse professor. Falei sobre pensamento computacional, pseudocódigo e falei um pouco do uso da programação em minha pesquisa. Foi uma ótima experiência e agradeço muito ao professor responsável pela disciplina pela oportunidade que me deu.

Fiquei muito satisfeita com o resultado, apesar dos contratempos no início da aula quando o projetor deu defeito e foi preciso buscar outro na prefeitura do campus. Essas coisas acontecem e também faz parte lidar com elas.

Não foi a primeira vez que ministrei uma aula ou uma palestra, longe disso. Já fiz muitas coisas nesses últimos 20 e poucos anos. Porém toda vez que participo de algo assim eu me sinto revigorada, minha autoconfiança aumenta e novas ideias surgem em minha mente. Também tenho uma sensação de pequenez, não em num sentido de me diminuir ou me desmerecer. Ensinando, consigo compreender que sempre estamos aprendendo uns com os outros e que o processo de aprendizagem funciona bem quando há um bom relacionamento entre os professores e os alunos. Isso fica bem evidente quando falamos de ensinar crianças pequenas, mas alunos universitários também sentem mais vontade de aprender quando estabelecem um bom relacionamento com seus professores.

Minha imagem com a universidade ao fundo, tirada despretensiosamente quando fui fazer uma caminhada, reflete as oportunidades que estou tendo atualmente. Estudar sempre fez parte de minha essência e eu sinto orgulho de fazer parte da UFU.

Posts Similares

Comente