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A importância do arquivo .RData/.Rhistory

O que vou falar nesse post serve para quem programa em R, linguagem que tenho usado bastante recentemente.

Costumo salvar meus projetos em pastas diferentes, dependendo da finalidade de cada script. Eu ainda estou aprendendo a usar o git e eu acredito que quando eu conseguir entender mais sobre isso, o tipo de problema que vivi hoje não vai mais acontecer.

Pois bem, lá vou eu contar meu problema. Eu estava programando e fazendo outras coisas ao mesmo tempo (limpando casa, pedindo marmitex, etc). Em algum momento, completamente atrapalhada das ideias, eu acabei selecionando todo meu código e o apagando. Não satisfeita, na sequência eu ainda salvei a burrada, fechei o RStudio e desliguei o computador.

Horas depois eu liguei meu computador, abri o script e cadê? Janela completamente vazia! Começou a me dar aquele “quente” no rosto, palpitação e a certeza de que teria que refazer todo do zero. Respirei fundo e pensei: não tem que ser assim. Foi quando lembrei do arquivo .RData, que é criado dentro do diretório onde seu script está salvo.

Fechei o RStudio, respirei fundo e cliquei no arquivo .RData. O RStudio abriu novamente. Na sequência, eu cliquei na aba History e consegui ter acesso a todos os últimos comandos executados. Por sorte, eu havia executado o script inteiro antes de fazer toda a burrada de apagar. Portanto, o script todo estava nessa aba!

Não subestime a importância desse arquivo, que guarda as informações sobre os últimos comandos que você executou em seu projeto. Programadores em níveis mais avançados que eu vão me aconselhar a usar o git. Eu sei, já estou aprendendo a usar. Eu estava fazendo aquele projeto para a aula de Pensamento Computacional e o professor responsável pela disciplina me deu algumas aulas sobre o assunto.

Na vida é assim, a gente vai aprendendo com os erros. Acredito que se eu tivesse deixado o desespero tomar conta de mim, eu não teria pensado numa solução tão rapidamente. Espero que esse texto te ajude.

Imagem que abre o post: Imagem de StockSnap por Pixabay

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2 Comentários

  1. O doutorado foi quando eu finalmente tomei vergonha na cara de fazer backup do meu computador. Na época, fazia de hora em hora (desde que o notebook estivesse ligado) e quando viajava eu tomava um cuidado para que o backup mais atual estivesse numa cidade diferente do computador. Me salvou quando um coautor apagou por engano um monte de coisa numa biblioteca compartilhada do Zotero.

  2. Essas dicas suas são muito pertinentes, acho que backup e cuidado com isso nunca é exagero. Eu estou tomando mais cuidado após esse e outros pequenos incidentes pelos quais passei. Também uso o Zotero, acho ótimo!
    Obrigada pela visita 🙂

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