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A política de comentários do blog

Fonte: Stock Unlimited

Texto estilizado onde é dito: Sorry, I have no time

Já não é de agora que eu tenho recebido alguns comentários que me chatearam muito. Não foram críticas construtivas. Foram críticas grosseiras, pessoas que não entenderam o propósito do blog como um todo ou do post onde comentário e fizeram afirmações ridículas, fora de propósito.

Errar todos erram. E eu já errei em várias postagens e fui avisada educadamente por excelentes leitores. Fiz as devidas correções, claro. Quando percebi que dei uma explicação incompleta ou mal escrita, reescrevi o post ou tratei do assunto em outro texto.

E outra coisa, se você não se satisfez com o que escrevi aqui, procure outro material para te satisfazer. Gente, isso é tão simples e tão óbvio! Eu não acredito que ainda hoje há quem pense que apenas uma única fonte de pesquisa deve satisfazer sua curiosidade. Há posts em que faço um trabalho mais aprofundado (pois domino melhor aquela área) e há outros onde faço uma generalização maior, porque trata-se de um texto usado para responder uma pergunta infantil no SciKids (veja aqui, por exemplo). Se o que você leu aqui não contemplou sua dúvida, procure outro material. Ou sugira EDUCADAMENTE um texto mais aprofundado ou que o tema seja abordado mais vezes.

Eu faço esse blog sozinha, então o trabalho evidentemente é maior. Por conta de comentários grosseiros ou desnecessários, já pensei sim em fechar o blog. Já pensei, de maneira menos radical, em remover a caixa de comentários (e eu perderia comentários úteis e feedbacks legais com isso). Penso a respeito disso algumas vezes. Acho que essa história de blogosfera já deu, agora as pessoas se comunicam de outra forma. Eu escrevo por que sou teimosa e sou obrigada a ver gente querendo lacrar em cima de mim vez ou outra.

Em outras palavras, quando o nosso esforço é muito grande e o reconhecimento nem sempre é compatível (isso sem contar os plágios, olha, pqp), o desânimo bate com força. Estou me sentindo assim agora. Sério.

Sabe aquela história da dona de casa (você, sua mãe, sua avó, etc) que passa a manhã inteira cozinhando para um almoço dominical e então um parente ou agregado insuportável diz que não gostou da comida porque tinha cebola? Eu me sinto assim no momento.

Já tenho adotado há algum tempo uma política de bloquear e ignorar. Eu não exponho ninguém, acho errado. Eu poderia expor nome e sobrenome de quem me ofende ou chateia (porque sim, tem gente que me trata mal e usa nome e sobrenome, nem se esconde). Mas eu não quero fazer isso, porque é sujo. Outro dia recebi um comentário grosseiro de um fulano que tinha idade para ser meu pai ou avô, ainda colocou o link para o site dele aqui (ahan que aceitei o comentário). Não vou permitir isso, vai direto pra lixeira.

Se você produz conteúdo para a internet, procure adotar políticas que façam bem para sua saúde mental. Principalmente se seu conteúdo tem a ver com militância. Nossa, eu sinto muito pela saúde mental dos militantes. Não quero entrar no mérito de concordar ou discordar da militância X ou Y, mas eu quero entrar na questão de que TODOS merecem ser tratados com respeito. Pessoas que escrevem sobre militância normalmente são agredidas e até perseguidas. Horrível, lamentável.

E se você consome conteúdo para a internet, procure compreender o contexto do texto. Se for tecer uma crítica, seja gentil. Sabe, é extremamente educado fazer isso de maneira privada, via e-mail por exemplo.

Vejam, eu não tenho problema NENHUM com críticas bem escritas e eu até agradeço muito por elas. Mas se você veio aqui para mostrar que é sabichão, para me ofender gratuitamente ou para desmerecer meu esforço, será ignorado.

Aos leitores gentis, desculpe pelo desabafo. Tem horas que é difícil.

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4 Comentários

  1. Seu blog é muito bom, sempre indico. Já recebi uns comentários de críticas nada construtivas em vídeos do Youtube e acho que eu deveria ser mais resiliente, mas acho que aos poucos a gente vai se blindando melhor com relação a isso.

  2. Bom-dia!

    Concordo com você. Eu tenho problemas e fora da Internet. Não endentendo essa geração deste milênio – ops acho que não deveria ter escrito assim pois pensaram que sou velho só pq nasci antes da Arpanet 8).

    Mas como sou o chaaaato acho que você queria escrever “forma”.

    Acho que essa história de blogosfera já deu, agora as pessoas se comunicam de outra formar.

    E eu gosto de cebola 8).

    Nemo

  3. Amigo, o público que comenta no YT pra mim é o pior. Claro que há comentários legais, mas infelizmente eu tenho a impressão que a quantidade de comentários péssimos é maior. Eu vejo cada coisa nos canais que acompanho que me horroriza. De um tenho um sentimento de empatia pelo produtor de conteúdo, porque ninguém merece ler certas coisas. De outro lado, tenho um pouco de pena de quem comenta, porque é triste ver tanta gente sem noções de educação e etiqueta.

    Obrigada por sempre me incentivar, é “nóis na fita”

  4. Queria sim, hahahah. Saiu errado e o corretor nem me ajudou, já que formar é uma palavra que existe também. Obrigada pelos comentários bacanas de sempre.

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