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Acumule experiências, não coisas: realmente indissociável?

Outro dia li em um biscoito chinês da sorte: “acumule experiências, não coisas”. Sempre penso nisso, mas é inevitável não comprar coisas que a gente precisa ou que a gente simplesmente quer. Ao longo das férias, comprei algumas coisinhas e eu resolvi fazer um post das antigas falando um pouco das minhas compras. Vocês sabem, um post daqueles que as blogueiras faziam no começo dos anos 2000.

No dia seguinte após a tempestade, percebi que minha pele estava com uma areia fininha grudada que estava me incomodando. Foi quando tive uma ideia estranha: usar um esfoliante de quartzo fino para remover a areia. Eu digo ideia estranha porque o quartzo já é meio que essencialmente areia (areia também pode ter outros minerais). Bom, esse esfoliante é muito cheiroso e ecologicamente correto, uma vez que o elemento esfoliante não é microplástico.

Meu cabelo também estava ressecado e comprei essas duas máscaras de óleo de coco que gostei bastante. Eu não esperava nenhum milagre usando produtos da loja de nove reais, mas eu realmente gostei do resultado.

Quando eu estava na loja comprando essas coisas, ouvi duas moças conversando sobre relacionamento. Uma delas contou que o namorado deu dois socos (nela? na parede? não peguei). O que me impressionou é que ela falava como se fosse algo casual, algo como “ele esqueceu de me telefonar”. Lembrei de quando eu pegava metrô diariamente e ficava ouvindo as conversas alheias e escrevi em um antigo blog a respeito das coisas que eu ouvia.

Depois eu fui na Daiso e comprei uns sorvetes de moti (que não aparecem na foto, já haviam sido consumidos). Eu e meus rebentos adoramos. Porém o que eu adoro mesmo comprar na Daiso é coisa de comer: doces, curry, furikake e matchá.

Fazer compras em lojas de rua sempre é muito melhor do que shopping, na minha opinião. Shopping só é bom quando está absolutamente calor e o ar condicionado acaba compensando. Só que de um modo geral, andar pela rua é mais agradável e os preços dos produtos costumam ser melhores nos calçadões da vida. Bom, continuando com as compras, meu filho mais novo esculhambou com os cadarços do tênis dele e entrei em uma lojinha para comprar cadarços novos. Não resisti e comprei um bloquinho e alguns binders coloridos. Esse bloquinho vai ser bastante útil para fazer sobreposições e escrever observações em junk journals.

Essa colcha que aparece embaixo de duas das imagens é uma colcha que eu tenho desde muito pequena, por isso está desbotada. Eu amo tanto essa colcha, ela me transporta para uma época de segurança e alegria. O tipo de coisa que vou preservar mesmo quando virar um trapinho.

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